Olha eu Aqui!
Pode parecer, que por eu não escrever constantemente neste blog, que não anda acontecendo nada de interessante por aqui. Não é verdade. Sempre acontecem coisas, mas eu é que ando um pouco preguiçoso. Agora que parei pra pensar nisso, faço uma reflexão. Pensando bem, não é bem preguiça, ando me dedicando mais à programação, que é um negócio que eu amo fazer. Consegui montar um cyber para um amigo meu chamado Beto, um cara super gente fina, muito batalhador, bem jovem, casado com uma garota muito legal que faz um bife acebolado delicioso. Almocei na casa deles algumas vezes durante a montagem do cyber. Eles estão esperando o primeiro filho e estão muito felizes por isso.
O cyber está funcionando e o programa que eu fiz pra gerenciar está funcionando a todo vapor. De vez em quando dá uns “paus”, mas nada grave. Ele me liga, pego minha bike e “voou” até lá e acerto tudo.
O Dogão vai muito bem, obrigado. Está com quase nove meses, bem grande e muito sabido. Perdeu alguns péssimos costumes, como o de comer sapatos (só quando se sente muito solitário) e fazer as necessidades fisiológicas dentro de casa, mas alguns velhos hábitos ainda cultiva, como o de querer secar os pés da minha mãe quando sai do banho.
Dogão foi convidado a participar de um concurso de cães e ganhou em primeiro lugar da sua raça. Tudo bem que a concorrência não era lá essas coisas, mas valeu. Ele foi agraciado com uma medalha, um sabonete anti-pulgas, um shampoo, vermífugos e um saco de ração. Nossa foto saiu no jornal da cidade, ficamos meio famosos. Digo meio famosos porque a impressão do jornal é de péssima qualidade e a foto saiu borrada. Só nos reconheceram quem nos conhecia (
).
Estive internado por quase três dias no hospital São Lucas. Tive uma febre muito alta de repente e minha mãe ficou apavorada com os 41 graus de febre, me levando rapidamente para o hospital, achando que poderia ser dengue. O Dr. Joaquim disse que era por causa da minha garganta (aqui faz muito calor e eu tomo muita água gelada), mas minha mãe quase espremeu literalmente o doutor pra ele dar certeza que não era dengue. Então fiquei por lá até melhorar de fato. Tomei muitos soros, vendo TV no quarto. A comida do hospital não é ruim, como dizem. As enfermeiras são muito simpáticas e o Dr. Joaquim é do bem, como todo médico deveria ser.
Voltei pra casa e fiquei emocionado quando o Dogão me viu. Não consegui saber quem estava com mais saudades, eu dele ou ele de mim… Não tenho palavras pra descrever meu sentimento por ele. É meu amigo e não me incomoda o fato dele ter medo de filhote de galinha e de barata. Mas enfrentou uma cobra que entrou na área de serviço da casa. Ele latiu desesperadamente nos fazendo ir até lá pra ver o que estava acontecendo. O Dogão é um herói.


